sábado, 25 de outubro de 2008

Caneta com tampa
papel em branco
cheio de entrelinhas invisíveis
um punhado de branquidão
em um silêncio de calmaria


vento, vento...




onde estão meus gritos?

15 pedaços...:

_+*A Elite in Paris*+_ disse...

Os gritos? talvez na tua escrita :))

Beijo meu ♥,

A Elite

Violeta disse...

uma ausência gritante!
me faz falta você
não solte da minha mão não, tá?
.
saudades
e muita alegria
.
beijo
.

Gabriele Fidalgo disse...

Os gritos estão transcritos e subentendidos.

;)

Jééh ! disse...

os gritos?
será nas escritas? ^^

bejo!

vanessacamposrocha disse...

o branco as vezes é o que é.
adorei

Maria Fernanda disse...

Esse grito que não sai, as vezes sufoca e mata por dentro.

meus instantes e momentos disse...

parabens pelo post, muito bom
Maurizio

T disse...

meus gritos estão entalados na minha garganta, com medo de sairem, e causarem MAIS estragos.
bjs

O ANTAGONISTA disse...

Lindo post.

Junkie careta disse...

Tô vendo que as aflições dos poetas são quase sempre iguais. Sei o que é olhar pro papel e ver uma revoada de letras passando de um lado para o outro... e querer capturá-las,e, às vezes não conseguir e a angústia que isso trás.
Parabéns pela captura.

se vc tiver um tempinho, passe no Spleen rosa-chumbo, que está devidamente atualizado e falando sobre colocar a culpa no vinho...

Grande abraço

Rafaela Abreu disse...

Eu adorei isso, sabia?!

Vê só... teus gritos estão em ti, esperam apenas o momento certo para se manifestarem...

Muiiito lindo!

Boa'Semana!

Filipe Garcia disse...

às vezes o grito se encarna nas lágrimas que molham o papel e isso também vira escrito, lágrima é tinta. Mas eu não sei dos gritos entalados, sabotados por quaisquer sentimentos. Os gritos bons são aqueles que saem aos quatro ventos, pregando a poesia.

Beijo!

Jéssica disse...

Fazia tempo que não vinha aqui. Tava com saudade de ler coisas bonitas
saudade,tagarela! ;*

Polly disse...

enigmas resolvidos com caneta em papel...

Beijo

=)

Willyan Luemi disse...

Palavras poucas,
e vê-se que você vê além do que está na superficie. Seja no branco do papel que nos olha com olhos de expectantes, seja no mundo.